Despe-te

Despe-te.
Despe-te da roupa e desses excessos que nada aí fazem.
Não estás habituada a estar viva? Habitua-te. Já não era sem tempo. Mas viva com um pouco mais que um coração que bate. Não vou perder tempo a explicar. Simplesmente vive.
Hoje não é o primeiro, nem o último ou sequer mais um dia. É aquele exacto dia em que decidiste fazer precisamente aquilo.
Por isso despe-te para o conseguires.
Falo-te em Anjos, ausências e indulgências, mas de nada serve porque nunca te despiste.
Ocupa a sensação de estar e a matéria de escape.
Despe-te!


Caros leitores,

Este texto - ainda que com conteúdo pessoal e dirigido - surge de uma inspiração/influência de expressões fortes utilizadas superiormente por alguém que escreve de uma forma soberana e com contundências e dilacerações invejáveis.

Falo do autor do blog "ósculos de sol" - http://osculosdesolcor-de-rosa.blogspot.com/, por quem solicito uma merecida visita ao seu espaço de registo.

A ti André, obrigado pela inspiração, e/ou influência.

Nuno

6 comentários:

São Rosas disse...

Isso tanto pode ser um pedido como uma ordem (é um pouco como "mama").
Há-de ficar muito bem no nosso blog porcalhoto ;O)

NS disse...

São...
É imperativo, com certeza.
Um destes dias sigo a tua sugestão e faço um com "mama". :)))

Bjs

André Bernardo disse...

Hehe...

NS disse...

André, agora publicamente:

Por aquilo que escreves e pela forma que adoptas, acredita ser para mim lisonjeador ter um comentário teu no meu blog.

(Ainda que quase monossilábico :)))))

Abraço,
Nuno

André Bernardo disse...

Sinto-me bem por ter ficado a saber que aprecias o que escrevo! Faço-o apaixonadamente.

NS disse...

Mas não tenhas dúvidas que "apreciar" é até um predicado pouco esclarecedor.
Escreve que nós gostamos!

Abraço,
Nuno